quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

GRUPO DASS DOOU 50 PARES DE TÊNIS À SOFEM

A Sociedade Filarmônica Estevam Moura (SOFEM), recebeu nesta quarta-feira (14), a doação de 50 (cinquenta) pares de tênis novos. Os calçados foram doados pelo GRUPO DASS.
É com carinho, que os músicos da SOFEM e toda a diretoria só têm a agradecer à DASS pela doação. E assim como ela, todos podem ajudar. A Filarmônica fica localizada na Praça sete de setembro, s/n, no Centro Cultural Temístocles Pires de Cerqueira.
Estamos muito felizes com esse presente e só temos a agradecer. Vamos continuar se esforçando para apresentar sempre bons resultados na área da musica . OBRIGADO GRUPO DASS!!!



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Seis filarmônicas em festival inédito



 Seis entidades vão participar do 1º Festival de Filarmônicas Princesa do Sertão, entre 29 de setembro e 1º de outubro. Promovido pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense, o festival é inédito em Feira de Santana e não tem caráter competitivo. As filarmônicas participantes se apresentarão nos três dias do evento, no Teatro Frei Félix de Pacatuba, no Centro Comunitário Ederval Falcão, nas Baraúnas. Segundo Carlos Brito, vice-presidente da Fundação, na quinta-feira, 29 de setembro, abertura com apresentações da Filarmônica Euterpe Feirense, de Feira de Santana, e da Sociedade Lítero Musical 25 de Dezembro, de Irará, a partir das 20 horas. Na sexta-feira, 30, apresentações da Filarmônica Lira Sançonçalense, de São Gonçalo dos Campos, e da Sociedade Filarmônica 19 de Março, da Vila de Acupe, Santo Amaro, também a partir das 20 horas. No último dia, sábado, 1º de outubro, às 20 horas, aparesentações da Sociedade Filarmônica Lira Ceciliana, de Cachoeira, e da Filarmônica Terpsícocre Popular (Foto: Divulgação), de Maragogipe. O Festival foi lançado na noite de sexta-feira, 26, em evento da Fundação, no Casarão Fróes da Motta.




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

SANTO ESTÊVÃO REALIZA O I SEMINÁRIO DE CULTURA


Nessa terça-feira (16), a prefeitura de Santo Estêvão promovendo o I Seminário de Cultura, onde foram debatidas questões ligadas às artes no município. O evento aconteceu na Escola Municipal Dr. Edivaldo Machado Boaventura e contou com a participação de artistas de diversos segmentos culturais e de alunos da  Filarmônica Estevam Moura e da  Fanfarra Maestro Estevam Moura  .
O encontro debateu temas como Políticas Culturais e contou com apresentação Teatral do Grupo Nova  Juventude, formado por jovens estudantes da comunidade rural do Km 50.
Palestra com a Representante do  Instituto Odu Odara, Maria Fulgência – Mestre em Literatura e Diversidade Cultural e apresentação de street dance, com o Grupo Game Over, além da apresentação Teatral com o Grupo Cacos de Teatro, da capital  baiana, com o espetáculo:”Comunique já!”
 Durante o encontro também foram realizadas oficinas temáticas como  Contação de História, com Márcio Griô, integrante do Ponto de Cultura Grãos de Luz e Griô da Cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina. Também foram ministradas oficinas de artesanato com reutilizáveis, sob a coordenação da artesã Alessandra  Cruz.
As oficinas de música e Expressão Vocal ficaram por conta de Célia Zaim, que é especialista em música pela UFBA – Universidade Federal da Bahia. Já o grupo que trabalhou com representação teatral contou com as orientações de Leandro Rocha, do Grupo Cacos de Teatro da cidade de Salvador. Artistas que optaram pela oficina de dança, teve a coordenação de Valéria Abreu, que é professora de Ballet, Jazz, Street Dance e Dança de Salão do Centro de Cultura e Arte Amélio Amorim da cidade de Feira de Santana.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Hoje é o Dia Mundial do Rock; Relembre os momentos históricos

Chuck Berry foi um dos precursores do Rock n'Roll
O rock, sem dúvida alguma – e não há gostos ou modismos que discordem dessa tese -, foi e continua sendo o ritmo que mais e melhor assumiu a linha de frente quando o assunto são revoluções sociais.
Hoje, 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock, data que tomou corpo e alcance mundial em 1985, quando um festival realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, provou que a música tem o poder o reivindicar mudanças.
A causa da época era em favor ao povo etíope, retratado diariamente nos jornais como miseráveis. Foi então que o pelotão de combate, encabeçado por nada mais, nada menos que The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath, exigiu a erradicação da fome naquele país.

O nascimento

Para quem se interessa por história, este ritmo, até então uma mistura de Country e R&B (rhythm and blues), inventada e aperfeiçoada por Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, já havia adotado esta linha protestante na década de 1950 – com menos expressão, mas não menos importância.
O quarteto citado acima assumiu a responsabilidade de fazer com que a sociedade aceitasse a igualdade musical entre brancos e negros. Surgia um novo ritmo, uma nova ideologia, encarregada de derrubar barreiras, criar tendências. Nascia clássicos como “Maybellene” (Chuck Berry) e “Tutti Frutti” (Little Richard), muito conhecida também na voz de Elvis Presley. A-wop-bop-a-loo-wop-a-wop-bam-boom!

A popularização

Não precisou muito tempo para o mundo perceber que o Rock n’ Roll veio para ficar. A década de 1960 foi marcada, principalmente, pelo surgimento do movimento Pop, em meio ao incessante brilho da estrela de Elvis. Mas ele não estava sozinho. Uma safra incomparável de bandas surgira: Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who, Bee Gees... Mas ninguém representou melhor este boom que os garotos de Liverpool. The Beatles é um dos mais importantes símbolos do popularismo da música. E com ela veio a admiração – que muitas vezes se confundiu com a histeria, com o fanatismo – e a vontade quase que incontrolável de usar terninho e “cabelos-tigela”.

O psicodelismo

Cores e combinações marcantes , drogas e muito, muito protesto. O rock viveu um momento importante no final dos anos 1960 com o surgimento do trio Bob Dylan, Joe Cocker e Jimi Hendrix, representantes máximos da música psicodélica. Movidos a ácido, os músicos fizeram história com riffs repletos de efeitos. Hendrix, por exemplo, cravou seu nome na história quando tocou o hino americano simulando tiros de metralhadora e bombardeio de aviões.

A vez dos metaleiros

Pegue o blues, acelere a batida e amplifique sua potência ao máximo. Essa foi a fórmula adota por lendas como Iron Maiden e Judas Priest, que trouxeram não apenas clássicos para o universo da música, mas também muita cara feia, cabelos longos e roupas pretas. As músicas dessas bandas têm como base profecias, capítulos das guerras, lendas, entre outros.

Atitude, rebeldia e anarquia

Esses são os princípios básicos do Punk, que tem como expoentes os Ramones e o Sex Pistols. Para eles, quanto maior a afronta ao mainstream, melhor. Com poucos e simples acordes, letras carregadas, cantadas em forma de gritaria, e moicanos cada vez mais vistosos, os punk rockers marcaram os anos 1970 por seu estilo peculiar de enxergar a vida.
Como tudo que é extremista, o punk não resistiu muito tempo. Chegou ao fundo do poço na década de 1980, e lá encontrou a depressão do pós-punk, impulsionado pelo surgimento do Joy Division, que mal conquistou fãs e teve de sair de cena, por conta do suicídio do vocalista Ian Curtis. É neste momento que o bastão é passado ao The Cure e companhia limitada, que abusaram no visual dark, com direito a lápis preto no olho, coturno e sobretudo.

Grunge

Outra clara resposta aos exageros, o Grunge vestiu uma camisa de flanela e saiu às ruas para mostrar suas muitas facetas. Da energia do Pearl Jam à depressão encravada nas últimas canções de Kurt Cobain, à frente do Nirvana, em meados de 1993, o estilo marcou uma geração que vislumbrou o que seria o rock moderno.

Emocore

Do submundo do rock surgiu o hardcore, um ritmo que tem como base o punk, mas em um ritmo bem mais acelerado. O derivado deste ritmo marcante chama-se emocore (emotional hardcore), que preferiu trocar as letras de protesto pelos dilemas do coração. Com o tempo, o emocore migrou para o público adolescente, cheio de incertezas e espinhas. O jeito foi colocar a franja de lado e curtir um ritmo rápido, dançante e que, muitas vezes, resume a vida da molecada. No Exterior, Fall Out Boy, Simple Plan e Paramore se destacam. No Brasil, bandas como Restart e Fresno fazem a cabeça dessa galera cheia de dúvidas e desejos.

sábado, 9 de julho de 2011

Artistas de Santo Estevão participam de Mapeamento Cultural

Dezenas de artistas santoestevenses se reuniram na noite da última sexta-feira (8), no Centro Cultural para o I Encontro de Mapeamento Cultural do município.
O evento, realizado pela prefeitura visou apresentar aos artistas os mecanismos que farão parte de levantamento de dados para compor um cadastro com indicadores culturais.
Durante o encontro, os artistas sugeriram alguns projetos de apoio à cultura local.
Os interessados em fazer parte do cadastramento deverão dirigir-sem ao Departamento de Cultura, que fica no Centro Cultural, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12h e das 14 às 18h.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Santo Estevão:irá realizar Mapeamento Cultural nesta sexta-feira

A Prefeitura Municipal de Santo Estevão, através do departamento de Cultura estará realizando Mapeamento Cultural, com objetivo de efetivar o cadastro das manifestações culturais que irá compor o sistema de Indicadores do município de Santo Estevão.
Pessoas que atuam nas modalidades artísticas como: pintura, artesanato, música, dança, produção, teatro, literatura, coral, artes visuais estão aptos a participar.
O encontro será realizado no próximo dia 08 de julho, às 19h, no Centro Cultural Themístocles Pires de Cerqueira.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Artista leva música clássica para praça pública de Santo Estevão

Maestro leva clássica para espaços públicos
A terça-feira amanheceu diferente no centro comercial de Santo Estevão. Um som de um saxofone chamou a atenção e o público, pouco a pouco começou a se aproximar.
O som era conduzido pelo maestro Ednaldo Barbosa Carvalho, um andarilho musical que, com 33 anos de carreira, leva a música para espaços públicos de toda a Bahia.
Os próximos vôos serão nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais, abrindo as viagens que levarão o artista a se apresentar por todo o país.
O maestro, que fundou as filarmônicas dos municípios baianos de Irecê e Ibipeba sobrevive das vendas de seus CD’s e peregrina pelas cidades fazendo demonstração do seu trabalho.
“Vejo a música como elemento do espírito. Nas minhas andanças vi as pessoas chegando às ruas logo pela manhã já estressadas. Ao pararem pra ouvir as canções, muitas delas choravam”, revela o artista. “Já fiz até doentes mentais se acalmarem ao som do sax”, completou.
A depender da movimentação e das vendas, Ednaldo pretende passar mais uns dias na cidade levando música clássica para o público santoestevense.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia apresentará concerto em Londres Sinfônica viaja para apresentação histórica em Londres. Concerto será antecipado e pode ser visto no TCA, em Salvador.


Neojiba (Foto: Divulgação/SecultBA)Yoba em turnê Européia em 2010
(Foto: Divulgação/SecultBA)
Os jovens instrumentistas da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia se preparam para voltar à Inglaterra no fim deste mês, representando o Brasil em mais um importante evento internacional da música sinfônica – o Projeto Lang Lang Inspires, promovido pelo Southbank Centre, em Londres.
Antes da esperada viagem, o público soteropolitano poderá conferir, em primeira mão na próxima quarta-feira (11), o mesmo repertório que será apresentado no Royal Festival Hall – uma das principais salas de concerto do mundo. Este será o 2º concerto da temporada 2011 da Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia e será realizado na Sala Principal do Teatro Castro Alves, a partir das 20h, em Salvador. Os ingressos serão vendidos a preços populares – R$ 4 (inteira).
Para reger o concerto, o maestro venezuelano de 17 anos, Ilyich Rivas, que também participará do evento em Londres, executará um repertório composto por obras de Igor Stravinsky, George Gershwin, Ottorino Respighi e Fryderyk Chopin, tendo o pianista Ricardo Castro como solista.
Com menos de quatro anos de criação, a Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia, fruto do Programa NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), já foi a primeira orquestra juvenil brasileira a se apresentar na Europa, em julho de 2010. Agora, os jovens instrumentistas da YOBA irão se apresentar ao lado de um fenômeno da música clássica da atualidade. No dia 21 de maio, a Orquestra Juvenil da Bahia será a primeira orquestra sinfônica brasileira a se apresentar com o pianista chinês Lang Lang, no Royal Festival Hall.Informações do G1 Bahia.

terça-feira, 3 de maio de 2011

MARINHA ABRE VAGAS PARA FORMAÇÃO DE MÚSICOS


A Marinha começou nesta segunda-feira (2) o período de inscrição para o concurso de formação de sargentos músicos do Corpo de Fuzileiros Navais. São 32 vagas para homens e mulheres entre 18 e 24 anos. É preciso ter o ensino médio completo e saber tocar um instrumento.
A inscrição pode ser feita através da internet. Em Salvador, a inscrição também pode ser feita no Grupamento de Fuzileiros Navais, que fica na Avenida da França, no Comércio.
A taxa é de R$ 44. O telefone para obter mais informações é o (71) 3415-2689. A inscrição vai até o dia 27 de maio. Quem for aprovado nesta seleção vai para o curso de formação e recebe por mês R$ 510. Depois de formado, o salário inicial é de R$ 2.300. Informações do G1 Bahia.

terça-feira, 26 de abril de 2011

ESCOLAS SERÃO OBRIGADAS A ENSINAR MÚSICA


Foto do arquivo
A obrigatoriedade do ensino de música no ensino básico brasileiro começa no próximo mês de agosto. O Ministério da Educação (MEC) criou apenas este mês um Grupo de Trabalho para estabelecer a metodologia de implantação do conteúdo. Pela lei, não é necessária uma disciplina para música, mas apenas a introdução de conteúdos. Dessa forma, diferentes professores poderiam introduzi-la dentro ou fora do horário de aula. “É preciso ter pelo menos aparelho de som, DVD, televisão, instrumentos de percussão, de corda, tambores e chocalhos. Para usar a voz, é preciso um profissional que entenda de canto, não é só cantar”, explica Liane Hentschke, professora de educação musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Para ela, o ensino de música “contribui para as capacidades de leitura, comunicação, sociabilidade, ouvir o outro, lógica, interpretação e ainda pode ser uma forma de incluir deficientes diversos”, argumenta. Informações do IG.


sexta-feira, 25 de março de 2011

CESA recebe instrumentos do Neojibá


Para alegria geral da nação osidiana [Obras Sociais Irmã Dulce] de Simões Filho, o Centro Educacional Santo Antonio recebeu na tarde de 24/03 os instrumentos – violinos, violas, violoncelos e contrabaixos – cedidos pelo Neojibá (Núcleos Estaduais de Orquestras Infantis e Juvenis da Bahia) para a formação da Orquestra Sinfônica Santo Antonio. Oitenta alunos do 3º ao 6º ano do ensino fundamental, com idades entre 8 e 13 anos, reuniram-se no auditório para seu primeiro contato com os instrumentos clássicos.
A expectativa foi superada quando a meninada pôde ver, no palco do auditório, um exemplar de cada tipo de instrumento. Mas... quem vai tocar o quê? A adequação dos alunos aos instrumentos, conforme o interesse e a altura (os mais pequenos, por exemplo, não têm como tocar um contrabaixo), foi conduzida pela professora Ana Paulin, que já vinha dando aulas de iniciação musical aos pequenos desde o dia 22 de fevereiro.

O Neojibá tem como objetivo a formação de núcleos de orquestras e corais infanto-juvenis, visando a excelência e a integração social por meio da prática coletiva da música. Para os meninos e meninas do CESA, oportunidade que se traduz enquanto privilégio, já que o ensino de música não faz parte do currículo obrigatório do ensino público brasileiro. “Alguns vão se tornar músicos de orquestra. Outros vão abraçar profissões diferentes, mas levarão consigo o conhecimento apreendido e o gosto diferenciado pela música”, comenta Ana Paulin.
 
 
Fonte: Ascom OSID - Informativo Dulce Expresso, 25 de Março de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

CARAVANA SIGA BEM, RESPONSABILIDADE SOCIAL


Foto: Reygner Franklin
A Caravana Siga Bem, projeto itinerante que leva promoções e ações de responsabilidade social, está em Santo Estevão, ontem e hoje (18 e 19), através da parceria entre a Prefeitura Municipal, através das Secretarias da Saúde e Assistência Social. Promovendo palestras e shows com a intenção de conscientizar os cidadãos dos riscos corridos pelos mesmos ou desrespeitam as regras de transito, que servem justamente para garantir a segurança das pessoas. Entre as atrações deste evento, apresentou-se a Filarmônica Estevam Moura, que além de se apresentar, foi platéia de uma palestra sobre segurança nas estradas.
A Caravana Siga Bem consiste de um conjunto de campanhas e ações sociais, de lazer e de cultura, voltadas essencialmente para caminhoneiros. Ela passará por 22 postos da rede Siga Bem da Petrobras Distribuidora. Uma das ações sociais é a campanha Siga Bem Criança, de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes. Esta ação visa divulgar o Disque 100, Serviço da Secretaria dos Direitos Humanos (SEDH), desenvolvido em parceria com o CECRIA – Centro de Referência, Estudos e Ações sobre as Crianças e Adolescentes.
Outro objetivo da Caravana é prover orientações sobre segurança nas estradas e atitudes mais conscientes ao dirigir, bem como em relação ao meio ambiente.
Desde que foi lançada, a Caravana Siga Bem já percorreu mais de 120 mil quilômetros, visitou aproximadamente 200 municípios brasileiros e contou com a participação de cerca de 1,2 milhões de motoristas profissionais em 457 eventos durante 828 dias na estrada.


 

Foto: Reygner Franklin



 Fonte: Alysson Ribeiro e Fernando Azevedo   

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DIA DO MÚSICO - 22 de novembro



Músico é aquele que pratica a arte da música, compondo obras musicais, cantando ou tocando algum instrumento. Música, por sua vez, é a arte de combinar sons de maneira agradável ao ouvido, ou o modo de executar uma peça musical por meio de instrumento ou da voz. A palavra é de origem grega e significam “as forças das musas”, ninfas que ensinavam às pessoas as verdades dos deuses, semideuses e heróis, usando a poesia, a dança, o canto lírico, o canto coral e outras manifestações artísticas, sempre acompanhadas por sons. 

     Segundo a mitologia grega, os Titãs, que em literatura simbolizam a audácia orgulhosa e brutal, mas punida pela queda repentina, eram divindades primitivas que se empenharam em luta contra Zeus buscando a soberania do mundo, mas foram fulminados por ele e precipitados no Tártaro. Satisfeitos, os outros deuses pediram ao deus maior que criasse quem fosse capaz de cantar as suas vitórias, e este então se deitou durante nove noites consecutivas com Mnemosina, a deusa da memória, nascendo daí as nove Musas. Delas, a da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, o deus da música. 

     No princípio, a música foi apenas ritmo marcado por primitivos instrumentos de percussão, pois como os povos da antiguidade ignoravam os princípios da harmonia, só aos poucos foram acrescentando a ela fragmentos melódicos. Na pré-história o homem descobriu os sons do ambiente que o cercava e aprendeu suas diferentes sonoridades: o rumor das ondas quebrando na praia, o ruído da tempestade se aproximando, a melodia do canto animais, e também se encantou com o seu próprio canto, percebendo assim o instrumento musical que é a voz. Mas a música pré-histórica não é considerada como arte, e sim uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro, apenas um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança. Os primeiros dados documentados sobre composições musicais referem-se a dois hinos gregos dedicados ao deus Apolo, gravados trezentos anos antes de Cristo nas paredes da Casa do Tesouro de Delfos, além de alguns trechos musicais também gregos, gravados em mármore, e mais outros tantos egípcios, anotados em papiros. Nessa época, a música dos gregos baseava-se em leis da acústica e já possuía um sistema de notações e regras de estética. 

     Por outro lado, a história de Santa Cecília, narrada no Breviarium Romanum, a apresenta como uma jovem de família nobre que viveu em Roma no século III, nos princípios do cristianismo, decidida a viver como monja desde a infância. Mas apesar dos pais a terem dado em casamento a um homem chamado Valeriano, a jovem convenceu o noivo a respeitar-lhe os votos e acabou convertendo-o à sua fé, passando os dois a participar diariamente da missa celebrada nas catacumbas da via Ápia. Em seguida, Valeriano fez o mesmo com o irmão Tibúrcio, e com Máximo, seu amigo íntimo, e por isso os três foram martirizados pouco tempo depois, enquanto Cecília, prevendo o que lhe aconteceria, distribuiu aos pobres tudo o que possuía. Presa e condenada a morrer queimada, ela foi exposta às chamas durante um dia e uma noite, mas como depois disso ainda se encontrava sem ferimentos, um carrasco recebeu ordem para decapitá-la. Porém, seu primeiro golpe também falhou. Isso aconteceu durante o ano 230, no reinado de Alexandre Severo, época em que Urbano I ocupava o papado. Anos depois uma igreja foi erigida pelo papa no local em que a jovem mártir residira, tornando-se a Igreja de Santa Cecília uma das mais notáveis de Roma. 

     Muito embora o Breviarium Romanum não faça menção alguma às prendas musicais de Cecília, ela se tornou, por tradição, a padroeira dos músicos, da música e do canto, cuja data de comemoração é 22 de novembro, o mesmo dia dedicado à santa. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tal doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la. 


   Parabéns a todos os músicos pelo seu dia. SOFEM 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Grupo de Percussão do NEOJIBA conta como foi o Festival na Venezuela

 




O Grupo de Percussão do NEOJIBA foi um dos convidados especiais do V Festival Internacional de Percussão de Los Llanos, realizado na Venezuela de 21 a 30 de outubro. Oito percussionistas do programa embarcaram para a cidade de Guanare, no dia 21, onde se apresentaram com jovens músicos do Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela (El Sistema), assim como com artistas de destaque na música percussiva. O convite para o intercâmbio musical partiu do idealizador do Festival, Acuarius Zambrano, percussionista da principal orquestra do El Sistema – programa venezuelano de formação orquestral criado há 35 anos e que inspirou o NEOJIBA e programas semelhantes em cerca de 30 países. Recém-chegado da Venezuela, o jovem maestro e percussionista Yuri Azevedo, de 19 anos, relata aqui a ótima experiência que ele e seus sete colegas passaram por lá:

"O Festival foi fantástico! Foi muito bom mesmo, em todos os sentidos. Não esperávamos ser recepcionados com tanto carinho e alegria como fomos. Éramos tratados como "estrelas da percussão", o que foi bem legal! Nossa rotina era bem pesada, bem no estilo venezuelano mesmo: tínhamos que acordar às 6h da manhã e só voltávamos para o hotel depois do concerto da noite (todas as noites alguns grupos se apresentavam). Ou seja, a depender do repertório desses grupos, a gente chegava a voltar para o hotel até meia noite! Ao chegar no núcleo de Guanare pela primeira vez nos encontramos com o Acuarius e ele nos direcionou aos grupos, para que a gente pudesse iniciar nossas atividades. Cada grupo era coordenado por músicos da Orquestra Simón Bolívar. Num desses grupos, coordenado por Victor Villarroel, havia crianças que nós ajudávamos constantemente, a pedido do proprio Victor, e estávamos sempre nos ensaios ou dando aulas individuas para os menininhos. Na verdade, nunca sabíamos bem o que iria acontecer no dia seguinte, mas eram boas surpresas quando chegávamos no núcleo. Por exemplo: Master Class de tímpano com o timpanista da Orquestra Sinfônica da Venezuela num dia, no outro com um dos timpanistas da Simón Bolívar, o Ramón Granda. Entre esses master classes tinha muita atividade, ensaios, aulas, estudo indivudual etc. O núcleo não era o que pensávamos que ia ser. A gente estava imaginando algo parecido com a sede em Caracas, mas eles não têm salas para estudo individual, pois as que existem são utilizadas para ensaios e aulas em grupo. O pátio era o "point" do estudo: marimbas, caixas, tímpanos, todos espalhados pelo pátio, todos estudando pra valer! Era realmente uma atmosfera de ensinar o que sabe para o outro, e ao mesmo tempo aprender. Um dia, o irmão do Acuarius, me chamou e disse "Mira! Ustedes tienen una entrevista hoy en la radio". Ele queria que duas pessoas fossem, então eu disse que poderia ir com Éverton, mas, nesse mesmo dia, ele e Davi tinham marcado um master class de música popular brasileira no festival, inclusive pra os próprios músicos da Bolívar. Então fomos eu e Isaac, mas no final das contas o Aires acabou falando mais por nós. O dia do nosso concerto se aproximava e as expectativas cresciam, e enquanto isso, tocamos junto a outros grupos musicais deles, como convidados. Na verdade a gente esteva no palco quase todos dias do Festival, e num desses dias Isaac e Éverton tocaram peças solo a pedido de Acuarius e foi um sucesso! No dia do nosso concerto, outra entrevista, mas dessa vez Davi e Éverton foi a dupla escolhida. Enquanto isso, o restante do grupo arrumava o palco para o nosso ensaio e para o concerto à noite. Acuarius fez questão de que a gente tocasse por último, como atração principal da noite. E o concerto foi excelente, o pessoal gostou muito, foi um sucessão! Eu regi duas peças do nosso repertório, e entre uma obra e outra gritaram "YURIDUDAMEL!"... e daí nasceu meu apelido para o restante do festival: "Yurimel". No outro dia, um duo francês de percussão fez sua apresentação e foi incrível, e na manhã seguinte tivemos master class com eles. À noite, o concerto final. Após a apresentação, os percussionistas da Orquestra Simón Bolívar vieram até nós e se colocaram à disposição para vir ao Brasil conhecer o NEOJIBA e dar aulas. E na sequência, fizeram a proposta: eles querem realizar um concerto conosco em Caracas e outro em Salvador, os dois naipes juntos! Quanta honra! Definitivamente foi uma expedição que valeu a pena!"
                                            

                                     Fonte: http://neojiba.blogspot.com
      

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Aulas de música resgatam sonhos



A estudante Beatriz Conceição Santana, 12 anos, moradora da rua Modesto Gusmão, sempre teve o sonho de tocar saxofone e a Sociedade Filarmônica Estevam Moura(SOFEM) trouxe a oportunidade de realizar esse seu sonho. "Toda vez que assistia a um DVD ficava com meus olhos vidrados no sax. Acho lindo. Hoje, tendo a oportunidade de tocar esse instrumento, já me sinto realizada", frisou a aluna que já está na terceira das doze etapas que compõem o curso e já toca várias canções.
Aline Silva da Conceição, 18 anos, moradora da zona rural, garante que depois que se matriculou nas aulas, melhorou até no rendimento escolar. "Depois da música passei a me concentrar mais nos estudos", afirmou a estudante do ensino médio, que pretende ser uma profissional da música.
Aline, assim como Beatriz, disse que a beleza do som que sai dos instrumentos é simplesmente emocionante.
A regência da SOFEM fica a cargo do maestro Anderson Fernandes, que há mais de vinte anos dedica-se à musicalidade. Anderson assumiu a filarmônica em 2004 e de lá pra cá, já presenciou muitos sonhos realizados. "Nesses anos, vi muitas pessoas melhorando suas vidas por conta da música". Ex alunos estão tocando na banda musical do Exército Brasileiro, outros ingressando. Outros estão em bandas como é o caso do grupo musical Garotos da Pisadinha, que tocam maravilhosamente bem e estão fazendo sucesso pela Bahia afora. "Olhar para trás e ver a evolução de nossos alunos dá a sensação de dever cumprido e aumenta ainda mais a responsabilidade para com os que estão chegando".







quarta-feira, 27 de outubro de 2010

BIOGRAFIA - ESTEVAM MOURA


Nascimento  - 13 de Agosto de 1907 (103 anos)
Santo Estevão, BA

Morte - 08 de Maio de 1951 (59 anos)
Feira de Santana, BA
Nacionalidade - brasileiro
Ocupação - músico

Era o quarto dos cinco filhos de Minervina Carvalho Moura, conhecida por "D. Vida", e João Pedreira Moura, que exerciam, respectivamente, o ofício de costureira e pequeno comerciante.
Aos três anos de idade perdeu o pai, vítima de varíola. Este fato deixou a família em sérias dificuldades financeiras. Apesar de tudo, "D. Vida", mulher forte e guerreira, soube criar os seus filhos com dignidade encaminhando-os para a vida.
Desde criança, Estevam já manifestava sua vocação musical, emitindo sons em flauta feitas de galhos de mamoeiro, acompanhando os "barbeiros" que tocavam nas festas da cidade de Santo Estevão. Aos sete anos foi matriculado na Escola Pública local e, logo cedo, demonstrou seu interesse pelos livros e pela música. Sua professora, D. Francisca, notando seu grande potencial musical, incentivou-o ingressar na Filarmônica 26 de Dezembro, de Santo Estevão, que estava em formação. Assim, aos doze anos, o grande Estevam Moura iniciou as suas primeiras aulas de música com o prof. Manoel Luís de França, regente da referida Filarmônica.
Um fato curioso é que Estevam Moura possuía um instrumento indígena chamado ocarina, de onde tirava belíssimos sons, porém ninguém nunca soube como conseguira. Tudo indica que ele mesmo fabricara. "D. Vida", que morreu bem velhinha, guardava esse instrumento dentro de um velho baú e só exibia às pessoas muito especiais.
Demonstrando um grande progresso com as notas musicais e dominando instrumentos de palheta, certa vez houve uma discordância entre Estevam e o professor França a respeito da colocação de uma nota musical deste professor em um dobrado composto. Estevam insistia que a nota estava errada, porém o mestre França batia firme. Discutiram de lá e discutiram de cá, chegando o fato ao conhecimento do público o que gerou polêmica, formando em conseqüência uma torcida dividindo a cidade e até a Filarmônica Lira Cachoeirana, da cidade de Cachoeira (BA), foi consultada para tirar a dúvida, comprovando finalmente que Estevam estava com a razão. Diante do ocorrido, o mestre França, envergonhado, abandonou a cidade de Santo Estevão.
Após esse fato, a regência da Filarmônica 26 de Dezembro ficou com o professor Sobral. Porém, diante dos conhecimentos demonstrados por Estevam, o próprio professor Sobral decidiu passar-lhe a batuta e ele pôde compor o seu primeiro dobrado, dedicando-o ao Sr. Alício Cerqueira.
Em 1925, em virtude da decadência econômica da Filarmônica de Santo Estevão, o jovem Estevam Moura, então com 18 anos de idade, mudou-se para a localidade de Bonfim de Feira, município de Feira de Santana (BA), a convite do senhor Godofredo Leite, para reger a Filarmônica Minerva. Ali passou sete anos da sua vida. Foi uma fase entremeada de bons e maus momentos, não obstante fértil de criatividade. Compôs belos dobrados, entre eles "Verde e Branco". O que marcou seus momentos difíceis foi a dificuldade financeira, pelo fato de ter que vender muitas das suas composições, principalmente para uma filarmônica da cidade de Ipirá (BA), a fim de garantir seu próprio sustento.
Em Bonfim de Feira conheceu a jovem Regina Bastos de Carvalho, com quem manteve um tumultuado romance. A tradicional família era radicalmente contra o namoro e, para concretizar o grande sonho, Estevam e Regina tiveram que fugir para Santo Estevão onde realizaram o casamento. Era o ano de 1931. No ano seguinte, durante a terrível "Seca de 1932", nasceu Olga Carvalho Moura, sua primogênita. Diante da situação que a seca impunha, o casal e a recém-nascida foram residir na cidade de Afonso Pena, hoje Conceição de Almeida (BA), local onde a seca ainda era amena por esta cidade estar situada no Recôncavo Baiano.
Em Afonso Pena, Estevam ocupou o cargo de regente da Filarmônica local. Um ano após, veio com a família para Feira de Santana onde, em 1934, nasceu seu segundo filho, Ernani Carvalho Moura, conhecido pelo apelido "Tusca", cujo nome foi inspirado em Ernani Braga, compositor brasileiro de música erudita.
Compôs um dos mais belos dobrados para seu filho Ernani, o "Tusca"; compôs também o dobrado "Arnold Silva", em homenagem a esse grande amigo que na época era Deputado Federal e já foi prefeito de Feira de Santana (era comum, na época, dedicar esse tipo de música a pessoas queridas e ilustres, colocando seus nomes como título); também compôs a marcha "Constelação"; o dobrado "Magnata"; o dobrado "João Almeida"; o dobrado "Vida e Morte"; o fox "Reveilion" que ficou bastante popular na cidade e que era tocado em muitas festas; o "Hino do Congresso Eucarístico", realizado na década de 1940, cuja letra foi do prof. Antônio Sanches Vieira. Compôs, ainda, muitas Ave-Marias, das quais algumas foram gravadas recentemente, e são bastante cantadas e tocadas nos novenários da Senhora Santana, em Feira de Santana.
Seu sonho de compositor era fundar uma escola de música em Feira de Santana. Chegou a concretizá-lo ao lado da professora Georgina de Mello Lima Erismann, Gerson Simões e da professora Carmem, numa casa ao fundo do Asilo Nossa Senhora de Lourdes. Porém, não foi adiante, devido à falta de verbas e incentivo do poder público. Para incentivar os jovens nascidos em Feira de Santana ao gosto pela música, criou o Coral São Miguel com quarenta vozes masculinas, entre os componentes desse coral figuravam: Valdemar da Purificação, Cirilo Carneiro, Dorival Oliveira, Manoel Carneiro e o jovem Dermeval Dórea que se tornou seu genro, casando-se com sua filha Olga.
Foi professor de música do Ginásio Santanópolis por muitos anos, e sua querida filha Olga teve o privilégio de ter sido sua aluna. Recebeu convites para trabalhar como músico no Rio de Janeiro e não aceitou, atendendo aos apelos da mãe querida que temia nunca mais vê-lo. Porém, nos anos 1940, chegou a visitar a Cidade Maravilhosa participando de uma temporada da Banda do Corpo de Bombeiros, de Salvador (BA).
O Maestro Estevam Moura era um verdadeiro "gentleman", andava impecavelmente bem vestido na sua intensa vida social, principalmente nas festas populares, como a Micareta e na Festa da Senhora Santana, quando regia a Filarmônica 25 de Março nas suas retretas. O "Hino da Festa de Santana" é de sua autoria. Residia em frente à Filarmônica Vitória e teve como vizinha a não menos conceituada Georgina de Mello Lima Erismann, compositora, musicista, com quem manteve um bom relacionamento, aprendeu piano, fez progresso em conhecimentos musicais e chegaram a comporem juntos. Estevam Moura tinha facilidade para compor músicas, tendo escrito o dobrado "Sonho Azul", durante uma viagem a Santo Estevão, para tocar numa festa de São João, e o executou naquela mesma noite. Apesar de ter estudado apenas em séries iniciais do Ensino Fundamental (o antigo Ensino Primário), era culto e possuidor de uma biblioteca bem atualizada.
Durante a Segunda Guerra Mundial, pela falta de palhetas importadas para instrumentos de sopro, o maestro passou a fabricá-las em casa, com a ajuda de toda a família. As palhetas ficaram conhecidas pela qualidade e ele passou a receber encomendas de todo Brasil. Convém, ainda, mencionar outro papel importante que ele exerceu na comunidade: o de Chefe da Guarda Municipal de Feira de Santana.
Em maio de 1951, Feira de Santana ficou triste e chorosa e a Bahia perdeu um jovem compositor, prematuramente, aos 43 anos, vítima de um câncer de estômago, embora na época havia sido diagnosticado equivocadamente como tuberculose. São seus descendentes: um casal de filhos: Olga e Ernani (falecido em 1991), além de dez netos e seis bisnetos.
Mesmo após sua morte, suas composições são bastante executadas em diversas filarmônicas no estado da Bahia e pelo Brasil afora. É bastante fácil encontrar partituras de composições atribuídas a Estevam Moura em filarmônicas de cidades como Cachoeira, Maragogipe, Santo Amaro, etc., e inclusive no Rio de Janeiro.

Alunos da Filarmônica assistem concerto da Orquestra Sinfônica da Bahia

Os alunos da Sociedade Filarmônica Estevam Moura assistiram no dia 19/10/10, o Concerto Acadêmico Orquestra Sinfônica da Bahia, na sala principal do TCA - Teatro Castro Alves, em Salvador.
Mais de quarenta alunos foram assistir ao espetáculo musical, acompanhados do maestro Anderson Fernandes e demais membros da diretoria da Sociedade Filarmônica Estevam Moura, que há 7 anos encanta a comunidade santoestevense com seus arranjos musicais.
Beatriz Silva Sarmento, 12 anos, foi uma das alunas presentes no concerto e disse que a sensação de assistir a um conserto pela primeira vez “foi ótimo e me emocionei. Jamais pensei em ter uma oportunidade como essa”, frisou. 
Joice Brito de Oliveira, 14 anos, aluna da Filarmônica, toca saxofone há seis meses e disse que “com a oportunidade de ver de perto músicos consagrados como os da OSBA [Orquestra Sinfônica da Bahia], é mais um motivo pra levar à frente o meu sonho de musicista”, salientou.